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4 passos para alavancar e financiar o crescimento de PMEs

Entenda quais são os principais pontos de como captar e utilizar recursos para impulsionar pequenas e médias empresas de base tecnológica.

1 - POR QUE INOVAR?

Atualmente, termos como startups, scale up, aceleradoras, LAB’s, customer experience e outros inundam as páginas de jornais, revistas e até mesmo redes sociais como o LinkedIn. Torna-se evidente que criar e desenvolver companhias e mercados que apresentam a inovação como grande valor em seus produtos e serviços é mais que tendência, é necessidade e realidade no mercado global.

Vários são os fatores que condicionam a capacidade de companhias nascentes prosperarem e romperem as barreiras de garagens, co-workings e universidades mundo afora. Porém, há um fator comum a todos os casos de sucesso nos últimos 50 anos: a associação dessas companhias a investidores em capital de risco – o Venture Capital.

Ao pensarmos em Uber, Facebook, Whatsapp, LinkedIn, Twitter, Snapchat e todos os demais aplicativos presentes em quase todos os smartphones do mundo, todas foram em algum momento de ciclo de vida investidas por um fundo de Venture Capital. E apesar de ser onipresente no desenvolvimento dos grandes nomes do mercado mobile, a ação dos fundos de investimento em capital de risco tem sido importante para o sucesso de ícones do mundo da tecnologia, gigantes como Apple, Intel, IBM e Microsoft.

Mas afinal, qual a diferença prática entre captar recursos junto à bancos comerciais e outras entidades financeiras e captar estes recursos com o ingresso de um sócio investidor financeiro na companhia?

As diferenças são muitas, mas podem ser resumidas em: volume, método de recuperação do recurso disponibilizado e suporte.

2 - VOLUME DO CAPITAL

Quando companhias nascentes ou companhias com negócios nascentes buscam recursos junto às instituições financeiras tradicionais, há uma grande dificuldade em adequar a necessidade da empresa à realidade burocrática da cessão do crédito. O empreendimento nascente não dispõe de garantias reais, não dispõe de balanços e balancetes que comprovem a capacidade de honrar com a dívida que se deseja assumir.

Já os fundos de Venture Capital avaliam muito mais do que as demonstrações financeiras no momento de precificar a empresa como um todo, além de considerar também o quanto ele estaria disposto a pagar por parte das ações dessa companhia. Desta forma, organizações que dispõe de modelos de negócio e tecnologias disruptivas, acabam acessando um volume de capital via fundos de Venture Capital muito superior àquele que conseguiriam no mercado de crédito.

3 - MÉTODO DE RECUPERAÇÃO DO RECURSO DISPONIBILIZADO

Enquanto credor de uma companhia, o banco recebe o recurso disponibilizado à empresa, em determinado prazo combinado entre as partes. No entanto, em muitos casos, o prazo para quitação da dívida e o fluxo de pagamentos não se encaixa com o tempo de maturação do negócio. Com isso, a empresa se vê na obrigação de fazer pagamentos periódicos à instituição financeira sem que haja a garantia que o recurso investido já tenha sido capaz de impactar as receitas.

No caso do Venture Capital, este se tornou sócio da empresa e terá o retorno do capital investido quando da maturação e alavancagem do negócio. Em detrimento de juros e outras remunerações sobre o capital, o Venture Capital se apropria de parte da valorização das ações da companhia, ao longo dos anos em que o negócio está crescendo e amadurecendo. Ele induz e participa na valorização da empresa e vê sua participação multiplicar de valor algumas vezes, durante os anos em que está junto à empresa.

4 - SUPORTE

A instituição financeira credora não é capaz de oferecer suporte e agir de forma a colaborar para com o sucesso do investimento do recurso captado. Ela é passiva e já assumiu um determinado nível de risco quando cedeu o capital à empresa postulante.

Talvez essa seja o grande diferencial em se associar a um fundo de Venture Capital. Apesar de ser um investidor financeiro, o fundo tem interesse objetivo no sucesso da empresa – ele divide o risco com os empreendedores. Desta forma, a companhia terá suporte do fundo em todas as frentes necessárias para o bom desenvolvimento do produto/serviço e, consequentemente, do negócio.

Além do capital investido, o fundo agrega valor ao disponibilizar um time de especialistas que já participou de outros investimentos similares, que já vivenciaram as dificuldades e conhecem os atalhos para alavancar o crescimento da empresa.

A própria lógica por trás dessa sociedade impele que para uma saída bem-sucedida de um fundo de Venture Capital seja com a entrada de um novo sócio. Ele fará um novo e mais voluptuoso investimento e que contribuirá para que a cada passo dado a empresa seja maior, melhor e tenha mais acesso ao capital.

Naturalmente, se associar a fundo de Venture Capital não é garantia de sucesso. Mas há uma série de fatores que implicam em uma chance muito maior de que negócios, com grande potencial, acelerem significativamente o ritmo e qualidade do crescimento.

E você? Sabe como captar recursos no mercado financeiro e de capitais para impulsionar o seu negócio? Participe do Seminário, no dia 17 de maio, que abordará as fontes alternativas para alavancar o crescimento das pequenas e médias empresas”.

O evento é uma grande oportunidade para os executivos e sócios de pequenas e médias empresas conhecerem um pouco mais sobre essas alternativas e ouvir cases de empreendedores que já passaram por essa experiência.

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