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Quais as diferenças entre o mercado brasileiro e o norte-americano?

Por Rosi Duque - Coordenadora de Comunicação e Relacionamento do Sindinfor

Muito se ouve falar em globalização, que o mundo está cada dia mais conectado e que é necessário que seu negócio já nasça para o mercado mundial. Mas será que todos os mercados são iguais? Vamos entender algumas das principais diferenças entre vender no Brasil e vender para o maior mercado do mundo, o norte-americano!

O Brasil é o líder em empreendedorismo, segundo um estudo realizado pela London Business School e o Babson College. O sonho de ter um negócio próprio é o 3º maior sonho dos brasileiros, ficando atrás de ter a própria casa ou viajar! Essa ambição é fator decisivo para a busca de novos mercados.

É sabido que o mercado dos Estados Unidos é o maior do mundo. Para ilustrar isso, pegamos o mercado de ações. Hoje, os EUA contam com aproximadamente 20 mil papéis e movimenta mais de 200 bilhões de dólares por dia, em suas diversas bolsas de valores. Já no Brasil, esse número é drasticamente menor, sendo aproximadamente 500 papéis e com uma movimentação de 2 bilhões por dia! Taí um ponto de atenção para o empresário brasileiro: você pode atender esse mercado, então se prepare e entenda suas particularidades.

Com esse tamanho todo, a concorrência é outro fator que deve ser levado em conta. Se atualmente você tem 2, 3 ou até 10 concorrentes, nos EUA esse número irá aumentar consideravelmente.

É muito comum aqui no Brasil, termos empresas abrindo nas cozinhas e salas de estar, algumas vezes sem um plano de negócio bem definido. Entretanto, para entrar em um mercado tão concorrido é preciso estudar e pesquisar bastante, além de fazer parcerias fortes e que agregam valor ao seu produto ou serviço.

Minas Gerais tem vários programas e entidades que apoiam o empresário nessa jornada da internacionalização do seu negócio! A Rede CIN, da FIEMG, o Sebrae, o Sindinfor e a ACMinas são alguns exemplos, vale citar as câmaras de comércio e consulados instalados no estado, além de programa nacionais como Apex e Softex.

Quer saber mais sobre esse assunto? Então não perca o nosso bate-papo com Emilio Guimarães, sócio da Virtual Connection, empresa classificada pela revista Exame em segundo lugar num ranking das 100 pequenas e médias empresas que mais cresceram no Brasil, driblando qualquer crise. Você pode se inscrever gratuitamente aqui!

Esperamos vocês!

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