Hoje (1º de agosto), aconteceu na sede da FIEMG a 1ª Assembleia Geral Extraordinária com os empresários do setor para discussão das pautas de negociação da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) 2018/2019.

Defendendo os interesses do empresariado mineiro e as melhores práticas laborais do setor de tecnologia, a AGE foi conduzida pelos advogados Dr. Fausto Sette Câmara, por parte do Sindinfor, e pela Dra. Luciana Charbel, por parte da Gerência de Relações Trabalhistas da FIEMG.

Com mais de 60 empresas presentes, representando o setor de TI, foi apresentado dados econômicos do setor no Brasil, em Minas Gerais e na capital a partir de um estudo produzido em parceria com o setor de Estudos Econômicos da FIEMG.

Segundo índice de maio de 2018 do IBGE, apesar do aprofundamento da crise econômica, com queda acumulada do PIB de Serviços de Comunicação de 12,2% para o último ano, o setor, em geral, continua empregado com pequeno saldo positivo de contratações e demissões, segundo os dados do CAGED.

As pressões inflacionárias e de custo continuam sendo o maior vilão para as empresas de tecnologia que, normalmente, não conseguem correção nos contratos celebrados há mais de 2 anos. O Sindinfor, atento à sua missão preparou a pauta de negociação deste ano com a visão destas características do setor e suas demandas específicas.

Também foi discutido a continuidade dos reflexos da chamada "Reforma Trabalhista" nas negociações coletivas e os impactos da legislação nas reivindicações. O Sindinfor, como em anos anteriores, expôs a visão de longo prazo que deve permear as negociações coletivas e que devem ir de encontro ao plano estratégico de negociação elaborado em 2017, ano de bons resultados na negociação.

Após a discussão das pautas, em reunião proveitosa e com intensa participação dos empresários, foi definido o ponto de partida das negociações e reivindicações patronais.

“Esperamos, como em outros anos, uma proveitosa negociação que atenda aos interesses do empresariado e dos empregados que possibilite a melhor gestão de custos e de mão de obra e, ao final, que seja atendida a reivindicação de equilíbrio entre as forças produtivas”, comenta o Dr. Fausto.

Para o presidente do Sindinfor, Welington Teixeira, “a construção coletiva de uma CCT equilibrada e focada na realidade econômica e jurídica do setor é a meta do Sindinfor e por isso vamos trabalhar fortemente para alcança-la.”

As negociações começarão na próxima semana e por isso, empresários, acompanhe o site e as redes do Sindinfor que o manteremos atualizado das datas e resultados parciais.