De acordo com uma pesquisa da Forrester, 34% das empresas enfrentam períodos de inatividade todos os dias. Além disso, 42% delas levam aproximadamente entre uma hora e uma semana para constatar a causa do incidente e 60% precisam de 4 a 10 colaboradores para essa ação. Isso mostra a demora que a causa de um downtime leva para ser identificada e corrigida, além de envolver um número alto de pessoas na gestão de incidentes, que param suas funções justamente para corrigi-los, deixando de focar no corebusiness.

Instabilidades na internet também cresceram com o aumento do consumo de link de dados na pandemia. Números da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) mostram que o uso de internet no país aumentou entre 40% e 50% neste período. E com esse crescimento, também houve aumento de reclamações relacionadas a instabilidades. Em março do ano passado, a Anatel registrou cerca de 67 mil queixas de banda larga, já em abril o número foi para 74 mil e em maio para mais de 73 mil. Em comparação a 2019, foram 50 mil reclamações em março, 48 mil em abril e 47 mil em maio.

Total agilidade e eficiência na resolução de incidentes

A falta de um monitoramento de rede corporativa impacta fortemente as empresas. Incidentes nos links de internet durante a madrugada podem acontecer com frequência e organizações que não possuem esse monitoramento podem perder tempo demais ao identificar o problema apenas na manhã do dia seguinte.

Hoje, no entanto, esses problemas podem ser evitados através de tecnologias voltadas ao monitoramento da infraestrutura de TI, que proporcionam a disponibilidade da operação. Com o monitoramento de rede corporativa, por exemplo, as empresas têm visibilidade da performance e conectividade dos links de acesso à internet, além de profissionais especialistas para monitorá-los com rapidez.

Conteúdo: Meio & Negócios